Tartufo, era uma vez!

Os atores de Molière, temendo um levante de suas vítimas, resolvem questionar o autor que finaliza Tartufo com a acidez que lhe é característica. Sem compreender tal apreensão, Molière propõe que lhe mostrem a peça para que assim entenda onde tem pesado a tinta. A trupe, absorta, mostra à Molière e a seu público, mais um clássico, cheio de ironias mordazes e críticas ferinas, contra a sociedade e suas engrenagens pútridas. Uma comédia pungente e perspicaz para os dias atuais.